Para 3 dos meus melhores amigos, com saudades.
Das terras - longínquas
Do Brasil
De tantas línguas
Do poente do Cruzeiro,
À Polar nascente
Sob a abóbada celeste
Do lar dos beija-flores
Ao ninho onde a águia pia
Frutificou o desejo
Universal
De vencer
Na vida
Na Oca do estrangeiro
Onde outrora
Do lar de infância
Dos risos
Aventuras
e amigos
Chorava saudoso
O brasileiro,
A esperança florescendo
Em forma de dinheiro.
Mas nada
Mais lhe é de valia,
Nem o ouro dos yankees
Nem as suadas conquistas
Nem as ilusões de antes,
Do que a lembrança
Do Brasil-Família.
Volta, estrangeiro
Esta terra é o teu Lar
Tua Força é tua Glória
E o destino é ancorar
A felicidade em teu porto
Abandona, abandona agora tudo - tudo !
O dinheiro,
As tristezas,
Os escolhos,
E volta ao teu lar risonho:
Vitória.
sábado, fevereiro 26, 2005
sábado, fevereiro 12, 2005
A Menina de Azul
À menina de azul, que me guiou em sonhos.
A menina de azul
E os seus olhos muito vivos
São o porto e o mar, na agonia
Na agonia
Na agonia a sua dança
Sua, dança, em meu pensamento...
A menina - flor da aurora -
Prende ainda se ancora
Sob o véu dos seus cabelos.
A menina sempre séria
olhando para baixo
Tímida
Espera...!
(Ela chama minha atenção
embora não abra a boca.)
A menina sempre me encontra,
em perfeita sincronia.
E eu corro sempre, e subo, e vôo,
[e vou com ela.
E a sintonia casual do Tempo, das esferas,
me leva sempre, e meu barco, à foz do rio
Onde a menina lava seu coração.
A menina de sorriso sereno
Me observa curiosa,
e vai, e eu entendo.
Eu entendo e a sigo
Para um lugar onde estão coisas mais belas
E o mundo parece que não existe.
E nos vemos sempre...ela está aqui (em mim).
Quando não sei se eu mesmo estou.
Sua presença preenche minha mente
e rompe os espaços vazios.
A menina, que é também encantada
Fica sentada, sempre à distância...
e eu aqui,
enlevado,
Do outro lado.
A menina de azul
E os seus olhos muito vivos
São o porto e o mar, na agonia
Na agonia
Na agonia a sua dança
Sua, dança, em meu pensamento...
A menina - flor da aurora -
Prende ainda se ancora
Sob o véu dos seus cabelos.
A menina sempre séria
olhando para baixo
Tímida
Espera...!
(Ela chama minha atenção
embora não abra a boca.)
A menina sempre me encontra,
em perfeita sincronia.
E eu corro sempre, e subo, e vôo,
[e vou com ela.
E a sintonia casual do Tempo, das esferas,
me leva sempre, e meu barco, à foz do rio
Onde a menina lava seu coração.
A menina de sorriso sereno
Me observa curiosa,
e vai, e eu entendo.
Eu entendo e a sigo
Para um lugar onde estão coisas mais belas
E o mundo parece que não existe.
E nos vemos sempre...ela está aqui (em mim).
Quando não sei se eu mesmo estou.
Sua presença preenche minha mente
e rompe os espaços vazios.
A menina, que é também encantada
Fica sentada, sempre à distância...
e eu aqui,
enlevado,
Do outro lado.
Assinar:
Postagens (Atom)